terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Evacuação "GRANDIS" 28-12-2010


A Força Aérea, através de um helicóptero EH-101 MERLIN, resgatou no dia 28 de Dezembro, um tripulante de 60 anos de idade e de nacionalidade filipina, que fracturou ambas as pernas, e que se encontrava a bordo do navio cargueiro GRANDIS, a cerca de 150 milhas náuticas a Oeste de Lisboa. O EH-101, da Esquadra 751, descolou da Base Aérea Nº6, no Montijo, pelas 12H20, rumo à zona de operações, onde foi efectuado o resgate da vítima pelo recuperador-salvador, que se deparou com algumas dificuldades na abordagem ao navio e no regresso ao interior do helicóptero, devido às fortes rajadas de vento que se faziam sentir no local. A bordo do EH-101, o homem recebeu os primeiros cuidados médicos de um enfermeiro da Força Aérea, que acompanha estas missões, e que o estabilizou até à aterragem do helicóptero no Aeródromo de Trânsito Nº1, em Figo Maduro, onde aguardava uma ambulância que depois o encaminhou até ao hospital. O EH-101 MERLIN terminou a missão pelas 15H20.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Veleiro "SONABIA" 23-12-2010


Foram hoje resgatados com vida pela Força Aérea os 3 tripulantes do veleiro Sonabia, de bandeira francesa, que se encontrava à deriva a cerca 90 Km de Aveiro.
Esta evacuação ocorreu sob condições atmosféricas adversas - ventos fortes e vagas de 4 a 5 metros.

Nesta operação esteve envolvido um EH-101 MERLIN sediado na Base Aérea Nº6.
O EH-101 MERLIN descolou com uma equipa médica da Força Aérea a bordo a fim de prestar o apoio médico necessário. A operação concluiu-se cerca das 19h20

Noticia Original

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Evacuaçao 300 milhas da Terceira, "Capt Ore"

A Força Aérea procedeu, no dia 2 de Dezembro, pelas 17H20, à evacuação de um tripulante do navio mercante "CAPT ORE", de pavilhão cipriota e 160 metros de comprimento. O homem de 34 anos, de nacionalidade filipina, apresentava uma amputação na mão direita, com hemorragia de difícil controlo.

Esta evacuação deu-se a 520 Km a Oeste da Ilha Terceira e ocorreu sob condições atmosféricas adversas, com ventos fortes, atingindo rajadas na ordem dos 70Km/h e vagas de 4 a 5 metros.

Nesta operação estiveram envolvidos um helicóptero EH-101 MERLIN e um avião C-295, destacados na Base Aérea Nº4 (BA4).

O EH-101 MERLIN descolou pelas 15H00, com uma equipa médica da BA4 a bordo. O C-295 descolou pelas 15H45 e encaminhou o EH-101 para o navio. Depois de se ter procedido à evacuação, ambas as aeronaves dirigiram-se à Ilha das Flores. O sinistrado foi, de seguida, transferido para o C-295, que o transportou para o Aeroporto de Ponta Delgada. Aqui aguardava-o uma ambulância para o transportar para o Hospital do Divino Espírito Santo.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Punta Barbela Numero Dos

A Força Aérea recebeu esta tarde, dia 25 de Novembro, um pedido de evacuação médica, para um passageiro da embarcação de pesca Punta Barbela Numero Dos, de Bandeira Espanhola e com 17 metros de comprimentos, que se encontrava a cerca de 225 quilómetros a Sudoeste do Montijo, ao largo do Cabo Espichel.

O homem, de 54 anos de idade, queixava-se de fortes dores toráxicas quando foi accionado o pedido de socorro.
Prontamente foi empenhado um helicóptero EH 101 Merlin, da Esquadra 751, sediada no Montijo, que descolou pelas 13H30, e após ter recolhido uma equipa médica do INEM, no Aeródromo de Trânsito Nº 1 (AT1), em Figo Maduro, efectuou com sucesso a evacuação do pescador.

A ondulação forte com vagas médias/ altas dificultou o resgate, o que obrigou à utilização de uma técnica especial de abordagem, denominada Hi-Line, que consiste na utilização de um cabo guia e que permite uma entrada lateral no navio por parte do recuperador.

Depois de resgatado pelo recuperador-salvador da força aérea, e já no interior do EH 101 Merlin, a equipa médica que seguia a bordo prestou os primeiros cuidados médicos ao pescador, diagnosticando-lhe um enfarte.
A chegada ao AT1 aconteceu pelas 17H30, tendo o sinistrado sido transportado ao Hospital de Santa Maria por uma ambulância que os aguardava.

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domingo, 21 de novembro de 2010

Evacuação médica realizada a passageiro do navio Tenacious


A Força Aérea recebeu na manhã de hoje, dia 21 de Novembro um pedido de evacuação médica, para um passageiro do navio Tenacious, de pavilhão inglês, com 65 metros de comprimentos, que se encontrava a cerca de 30 Km a Oeste do Cabo Carvoeiro.

O paciente, de 74 anos de idade, foi vítima de uma queda, que teve como consequência a fractura de uma costela suspeitando-se ainda da existência de perfuração de um pulmão.

Para esta evacuação foi empenhado um helicóptero EH 101 Merlin, pertencente à Esquadra 751, sediada no Montijo, que descolou pelas 10h50’, e após ter recolhido uma equipa médica no Aeródromo de Trânsito Nº 1 (AT1), em Figo Maduro, efectuou com sucesso a evacuação do sinistrado.

A evacuação foi complicada de concretizar em virtude de existir uma ondulação forte, o que conjugado com a altura dos mastros do navio, cerca de 45 metros, obrigou à utilização de uma técnica especial de abordagem, denominada Hi-Line, que consiste na utilização de um cabo guia e que permite uma entrada lateral no navio por parte do recuperador.

A chegada ao AT1 aconteceu pelas 13h00 tendo o sinistrado sido transportado ao hospital por uma equipa médica que os aguardava.

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sábado, 13 de novembro de 2010

Entrega do galardão "Ancla de Plata" no Salão Náutico de Barcelona

A tripulação de um helicóptero da Força Aérea Portuguesa que, em Março, resgatou, em circunstâncias meteorológicas adversas, cinco tripulantes de uma embarcação que se afundava ao largo de Santiago de Compostela, foi agraciada em Espanha.

De acordo com informação da Força Aérea, uma tripulação do helicóptero EH-101 MERLIN, pertencente à Esquadra 751, sediada na Base Aérea do Montijo, foi agraciada ontem, quinta-feira, com o prémio "Ancla de Plata 2010", em Barcelona.

O prémio atribuído pela Rádio Nacional de Espanha e pela Direcção-Geral da Marinha Mercante e Sociedade de Salvamento e Segurança Marítima espanhola, homenageia organizações, associações ou indivíduos que mais se destacaram, durante o ano, no salvamento de vidas no mar e na luta contra a poluição marítima.

"A tripulação do helicóptero da Força Aérea Portuguesa recebeu este prémio como reconhecimento do valor e experiência profissional demonstrada no dia 30 de Março, quando resgataram cinco tripulantes, em condições meteorológicas adversas, da embarcação 'KEA' que se afundava nas águas do Oceano Atlântico, a cerca de 350 quilómetros de Santiago de Compostela", refere em comunicado.

Para receber a "Ancla de Plata 2010" estiveram presentes, na cerimónia, que decorreu no "Salão Náutico Internacional de Barcelona", o piloto comandante, capitão João Correia, o co-piloto, tenente Ricardo Nunes, o operador de cabine, primeiro sargento José Beça e o técnico de saúde, Capitão José Dias.

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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Reportagem de Pedro Miguel Costa TSF

Entrevista tsf

Para Que Outros Vivam

05 SET 08

São a salvação dos aflitos. Pescam vidas por um fio, das águas do Atlântico. Resgatam grávidas e doentes do isolamento das ilhas. Cruzam os céus, na emergência, sem horas de expediente.
Desde o início do ano, a Força Aérea Portuguesa, em colaboração com a Marinha, já salvou mais de 140 pessoas do mar e muitas mais foram assistidas e transportadas para os hospitais mais bem equipados dos Açores. A TSF passou uma semana com os homens da esquadra 751, neste arquipélago. Acompanhou os treinos permanentes, seguiu missões e guardou histórias de perigo e alívio.
Reportagem de Pedro Miguel Costa. Sonoplastia de João Félix Pereira.
Emissão Original a 2007-11-23

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Esquadra 751, quando os milagres vêm do céu

EXTRATO INTEGRAL DO JORNAL DA MADEIRA DE Cristina Costa e Silva

“Porque Eles Vivem”


A história é verdadeira e qualquer semelhança com a realidade não terá sido mera coincidência. Tem como protagonistas o então Major Diniz, hoje Tenente Coronel, o Capitão Casquilho, piloto, o Capitão Dias, enfermeiro, o Cabo Adjunto Vilhais, o 1º Sargento Peixoto, operador de sistemas e o 1º Sargento Tavares, recuperador.
Na verdade, mudam os nomes e as patentes, mas sejam eles pilotos, mecânicos, recuperadores, engenheiros ou enfermeiros, as páginas dos relatórios escrevem-se, quase invariavelmente, pelos meandros das acções de busca e salvamento, entre tantas outras, que fazem o lema da Esquadra 751: “Para que outros vivam”. Mas que seria dos velhinhos “Puma” ou dos novos “Merlin” sem os homens que servem a Pátria ano após ano, Natal após Natal, dia após dia? A história que aqui se narra, quase na primeira pessoa, parece trazer o som ensurdecedor dos motores do “Merlin”, mas, para quem está à espera de socorro, deve ser o som mais melodioso que se pode receber, ainda por cima vindo do céu. Há algo de quase milagroso neste aproximar da potente máquina que demora, entre a activação e o momento em que está com as rodas no ar um máximo de 45 minutos durante o dia e de 60 durante a noite.
António Tavares era o recuperador destacado para uma comissão de 15 dias no Porto Santo, em Julho de 2009, quando a tripulação foi activada. Normalmente, conta, não estão muito longe do hotel, para poder estar dentro dos limites de tempo definidos e, nesse dia, que no seu calendário não era domingo, porque em alerta não existe essa coisa de dias ou de horas, não foi excepção. «Normalmente o “heli” está guardado dentro do hangar. Portanto, a partir do momento que chegamos lá, temos que colocá-lo na “rua”, aprontar o equipamento e por os motores em marcha».
Em 2008, quando fez a sua primeira missão a sério, foi para recuperar uma pessoa “anestesiada” por uma médica. Mas já lá vamos. Voltemos ao domingo de Julho. Depois de deixarem o hangar e a ilha mais pequena, dirigiram-se quase com navegação à vista, para São Jorge, virado a norte, primeiro para o Ilhéu, onde a informação inicial dava conta de estar o jovem e, depois de algum tempo a passar a pente fino o pequeno rochedo, em direcção ao calhau onde, debaixo de uma falésia inacessível por terra e com condições que não permitiam a navegação marítima, avistaram o jovem aventureiro. O sargento continua o seu relato do salvamento, descrevendo como via de cima o rapaz literalmente encurralado debaixo da escarpa, olhando incrédulo para o céu, sobretudo quando o recuperador iniciou “um guincho” para o alcançar. «O primeiro contacto foi um pouco confuso para a vítima» pela espectacularidade assustadora da turbulência provocada pelas pás que levanta a água e a projecta por todos os lados e que pode, em alguns casos, projectar objectos e pessoas. Em linguagem lá deles, explica António Tavares, este fenómeno chama-se “down wash”.
Conhecedor dos efeitos destas aproximações, pensa mesmo «que ele entrou mesmo um pouco em stress». «Depois de efectuar os procedimentos normais para este tipo de situações fomos os dois içados em segurança, com o Capitão Dias, enfermeiro, a verificar o estado dele e a detectar um início de hipotermia», mas os males ficavam-se por ali.
Uma “anestesia” para acalmar Havia passado, naquele domingo de Julho, cerca de um ano daquela primeira missão, aquele dia em que, confessa, «acho que senti de tudo!... » E prossegue: «Pensei e repensei várias vezes em todos os procedimentos, da frente para trás e de trás para a frente, no que iria encontrar, se depois de lá chegar as coisas me iriam sair naturalmente e de maneira correcta e segura». E não era para menos, uma vez que o objectivo era resgatar um cidadão de um país de Leste que estava a bordo de um catamarã. Fazia parte de um grupo de cinco pessoas que navegava a cerca de 150 milhas de Sagres e que «sem mais nem menos começou a agredir os restantes tripulantes e a danificar a embarcação». Para primeira missão, esta teve adrenalina suficiente, uma vez que antes de o “Merlin” chegar «já os fuzileiros tinham dominado o individuo à força e a própria médica da corveta da Marinha envolvida na operação o tinha “anestesiado”». Hoje, ironiza que «foi a minha sorte, devido à grande estatura do agitador». Mesmo tendo sido essa a primeira missão, Tavares afirma que, para os recuperadores, «não há nenhuma em especial. Todas elas são importantes de uma maneira ou de outra. Das que já fiz, todas me marcaram de maneira diferente», fazendo parte das memórias menos boas, o resgate de um cadáver. Seja como for, ao cruzar-se na rua com as pessoas que ajudaram, especialmente no Porto Santo, um meio onde é possível uma grande proximidade com a população, são reconhecidos e mesmo cumprimentados, cientes de que nem sempre tal acontece, o que é perfeitamente compreensível.

Uma garrafa de Vodka

Comandante da Esquadra durante 25 meses, o Tenente-Coronel Moldão realizou inúmeras missões no Porto Santo. Desde que os voos se faziam de Puma, aeronave em que, por ter apanhado um susto, aprendeu que as missões só terminam com o helicóptero aterrado. Teve a seu cargo homens e mulheres com personalidades diferentes, mas com formação militar que lhes permite ter maturidade para serem "parte da solução e não do problema". E foi nessa frieza que toda a sua tripulação teve de ouvir os gritos de uma mãe, quando um filho em coma faleceu cinco minutos depois da descolagem, gritos que ainda hoje recorda. Marcante foi também o resgate de um navegador solitário, salvo após cinco dias passados numa balsa, vítima de uma tempestade quando estava há cinco semanas no mar. São essas histórias que se recordam quando o Natal e a Passagem de Ano chegam, apesar de, no caso do Porto Santo, essas épocas terem de ser «entendidas ao seu ritmo», dada a particularidade da ilha fora do período de Verão. «Talvez custe um pouco as primeiras vezes…», confessa.
Há, agora, momentos bons para recordar: E, pelo facto de ter sido o primeiro resgate, o do homem que estava há cinco dias na balsa tornou-se inesquecível por outro motivo: «Ainda guardo uma garrafa plástica, de litro, de Vodka, que me foi oferecida pelo navegador solitário polaco. Era o último componente do seu "Kit de sobrevivência": quando a esperança de ser salvo se desvanecesse restava a garrafa de vodka! Foi-me oferecida logo após o salvamento. Já sem rótulo e gasta pelo tempo, mas por abrir!!!!»

Os números do “Merlin” no Porto Santo

Foram executadas, desde o início das operações com o “Merlin” no Porto Santo, entre 21 de Fevereiro de 2006 e meados de Outubro deste ano, 929 horas de voo. Foram realizadas 518 missões, entre Treino, Busca e Salvamento e Evacuações Aeromédicas. Das 1413 pessoas transportadas, 266 eram doentes. Foram ainda transportados cerca de 6800 quilos de carga. A partir de hoje, as missões no Aeródromo de Manobra nº3, que assinala no dia 25 deste mês o seu primeiro aniversário, vão ser feitos com um novo vizinho: o C-295, outra das novas capacidades da Força Aérea Portuguesa.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Helicóptero da Força Aérea Resgata tripulante de veleiro ao largo da Madeira "Alboram"


Um helicóptero EH-101 MERLIN, destacado no Aeródromo de Manobra Nº3 (AM3), em Porto Santo, evacuou ontem, dia 7 de Novembro, um tripulante do veleiro” ALBORAN QUINCE CACIQUE”, que necessitava de evacuação médica urgente devido a um Acidente Vascular Cerebral.

Após o alerta, o EH-101 MERLIN descolou do AM3 pelas 16H35 com uma equipa médica militar a bordo, em direcção à zona de operações, a cerca de 50 quilómetros a Sul de Porto Santo.

Ao chegar ao local, pelas 16H55, a tripulação deparou-se com ondulação e ventos fortes o que fez com que o recuperador salvador, para retirar o doente da embarcação, que era de pequenas dimensões, tivesse de se desprender do guincho e ir a nado, levando consigo a maca, até popa do veleiro.

Depois do processo de recuperação estar concluído, o tripulante, de 35 anos e de nacionalidade polaca, recebeu os primeiros cuidados a bordo do EH-101, tendo posteriormente sido transportado até ao Heliporto do Hospital do Funchal para receber assistência hospitalar, onde chegam pelas 17H50.

O EH-101 MERLIN termina a missão pelas 18H25 quando aterra no AM3.

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paquete "ARTEMIS"

No dia 4 de Novembro, pelas 23H40, um EH-101 MERLIN, da Esquadra 751, descolou da Base Aérea Nº6, no Montijo, para evacuar um idoso, de 85 anos, que viajava a bordo do paquete ARTEMIS.

O paquete encontrava-se a cerca de 20 milhas náuticas, ao largo de Leiria, quando o helicóptero efectuou a recuperação do homem, cujo estado de saúde implicava cuidados médicos imediatos, devido às hemorragias que apresentava.

Depois de recuperado, o idoso foi transportado pelo EH-101 MERLIN até ao Aeródromo de Trânsito Nº1, em Figo Maduro, onde o aguardava uma ambulância que o transportou até ao hospital.

O helicóptero regressou à BA6 pelas 02H15, terminando assim mais uma missão em ambiente nocturno e uma vida salva pela Esquadra 751.

domingo, 31 de outubro de 2010

Três náufragos resgatados 31OUT2010

Dois espanhóis e um argentino naufragaram na região de salvamento marítima de Marrocos, mas as autoridades africanas, sem meios, pediram ajuda a Portugal

Três náufragos foram hoje resgatados por um helicóptero da Força Aérea Portuguesa a 165 milhas (cerca de 300 quilómetros) a sudoeste do Cabo de São Vicente, no Algarve, disse à Lusa fonte oficial.

Dois espanhóis e um argentino, que navegavam no veleiro "El Almogrote", com 10 metros de comprimento e bandeira espanhola, naufragaram na região de salvamento marítima de Marrocos, a 232 milhas náuticas (cerca de 430 quilómetros) a Noroeste de Casablanca.

Como as autoridades marroquinas "não tinham capacidade de salvamento, pediram apoio a Portugal, que enviou para lá um helicóptero Merlin", explicou à Lusa o comandante da Autoridade Marítima do Sul, Marques Ferreira.

Os três náufragos, que vinham do arquipélago das Canárias (Espanha) e tinham por destino um porto não especificado de Portugal ou Espanha, estão no Hospital Central do Algarve a recuperar da hipotermia (baixa da temperatura corporal causada pela permanência prolongada na água), explicou a mesma fonte policial.

Os três náufragos chegaram ao Aeroporto Internacional de Faro cerca das 16:00, donde foram levados para o hospital por uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Fonte da Marinha Portuguesa explicou, em comunicado enviado hoje ao fim da tarde, que recebeu um alerta de socorro do veleiro.

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Mais uma em Porto Santo "Ocean Countess"

Uma passageira do cruzeiro OCEAN COUNTESS foi evacuada, ontem (quarta-feira), pela Força Aérea.

O EH-101 MERLIN, da Esquadra 751, em destacamento no Aeródromo de Manobra Nº3 (AM3), em Porto Santo, descolou por volta das 19 h30, para prestar assistência a mulher britânica, de 73 anos, vítima de uma arritmia cardíaca por infecção pulmonar.

A mulher foi assistida por um enfermeiro ainda a bordo do navio e transportada depois para o Aeroporto do Funchal e, em seguida, para o hospital Dr. Nélio Mendonça.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Açores 350 Nm "gedi" 26 OUT 2010




No dia 26 de Outubro, a Força Aérea efectuou uma evacuação em alto mar, a um tripulante do navio pesqueiro GEDI, com pavilhão espanhol e 28 metros de comprimento.

Eram 03H00 quando o EH-101 MERLIN, destacado na Base Aérea Nº4 (BA4), rumou em direcção à zona de operações, a 940KM a Sudoeste da Ilha Terceira, para evacuar o pescador espanhol, de 50 anos, ferido por um tubarão.

As centenas de quilómetros que separavam a BA4 da zona de operações, obrigaram o EH-101 a reabastecer na Horta, de onde viria a descolar pelas 05H19 para cumprir a missão de salvamento.

Encaminhado por um C-295M, o EH-101 MERLIN chegou ao local e recolheu o homem, que apresentava uma laceração na face interna da coxa direita.

A bordo seguiu uma equipa médica da BA4, que assistiu a vítima até ao Aeroporto da Horta, onde o EH-101 MERLIN aterrou às 11H20, transferindo-a depois para uma ambulância que a transportou até ao Hospital da Horta.

Foi mais uma missão terminada com sucesso pelas aeronaves EH-101 MERLIN e C-295M das Esquadras 751 e 502, respectivamente.

emfa.pt